«É preciso consumir» diz o nosso presidente do Banco Central Europeu. «Para olear a economia», acrescenta. Em jeito de remate final, ainda se sai com «a confiança é a palavra-chave». Pois é, se tivesse confiança numa repartição justa do dinheiro que circula pelo mundo, se tivesse confiança na justeza dos juros cobrados pelos bancos, na sensatez do que um médico ou advogado me cobra por uma consulta ou na transparência dos preços que pago por mil e um bens e serviços, todo eu era óleo económico e consumista desbragado. segunda-feira, 6 de Julho de 2009
EU ATÉ GOSTAVA DE COLABORAR
«É preciso consumir» diz o nosso presidente do Banco Central Europeu. «Para olear a economia», acrescenta. Em jeito de remate final, ainda se sai com «a confiança é a palavra-chave». Pois é, se tivesse confiança numa repartição justa do dinheiro que circula pelo mundo, se tivesse confiança na justeza dos juros cobrados pelos bancos, na sensatez do que um médico ou advogado me cobra por uma consulta ou na transparência dos preços que pago por mil e um bens e serviços, todo eu era óleo económico e consumista desbragado.
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