No passado Domingo, o Papa defendeu «soluções globais» para as velhas «desigualdades sociais e as injustiças estruturais intoleráveis». O bom Homem está a pedir que a agulha da nossa bússola interior dê um salto tremendo e se liberte da posição onde se encontra encalhada há muito e muito tempo. Tenho a sensação que, nos próximos anos, a dita agulha vai mesmo começar a saltitar. Não devido ao apelo do Sacerdote. Infelizmente. Palpita-me, apenas, que as agruras que a humanidade enfrentará no futuro muito próximo – no início foi a crise, depois veio a gripe, esperemos pela próxima pancada - tenderá, finalmente, a que comecemos a olhar para os outros com mais brandura e com solidariedade genuína. Para finalizar e sossegar certos espíritos, declaro que não sou moralista, os sacanas dos palpites saem-me quase sempre furados e não sou médium. Tenho, muitas vezes, a veleidade simplista de pretender juntar 2+2. Enfim, ninguém é perfeito.segunda-feira, 13 de Julho de 2009
TAMBÉM TENHO OS MEUS DEFEITOS DE FABRICO
No passado Domingo, o Papa defendeu «soluções globais» para as velhas «desigualdades sociais e as injustiças estruturais intoleráveis». O bom Homem está a pedir que a agulha da nossa bússola interior dê um salto tremendo e se liberte da posição onde se encontra encalhada há muito e muito tempo. Tenho a sensação que, nos próximos anos, a dita agulha vai mesmo começar a saltitar. Não devido ao apelo do Sacerdote. Infelizmente. Palpita-me, apenas, que as agruras que a humanidade enfrentará no futuro muito próximo – no início foi a crise, depois veio a gripe, esperemos pela próxima pancada - tenderá, finalmente, a que comecemos a olhar para os outros com mais brandura e com solidariedade genuína. Para finalizar e sossegar certos espíritos, declaro que não sou moralista, os sacanas dos palpites saem-me quase sempre furados e não sou médium. Tenho, muitas vezes, a veleidade simplista de pretender juntar 2+2. Enfim, ninguém é perfeito.
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