
Fico corado de vergonha. De raiva também: quando leio que uma família caminha para ou fica na miséria para amparar um filho doente. Já a palidez toma-me conta do céu-da-boca quando leio que o erário público “socorreu” certas instituições de gestores de proventos anafados ou que o fisco se “esqueceu”, por incompetência ou coisa mais grave, de cobrar verdadeiras fortunas em impostos a certas individualidades habilidosas. Normalmente a substituição do carro de 100.000 Euros do Sr. Director é sempre encarada como prioritária. Preciso de uma golfada de ar puro.

